Nao pode falar palavrão, caralho! Por quê, porra?
Postado por Marcos Elias | Em Geral, Liberdade de Pensamento
Palavrões são palavras, como quaisquer outras. Eles não mordem. Normalmente são usados como interjeição. Expressam emoções, sentimentos, status do momento.

LIGUE O FODA-SE E SEJA FELIZ!
A sociedade em geral tem um histórico de repressão aos palavrões. Eles são considerados como feios, algo proibido. Pra que essa merda?
Eu odeio dogmas. Odeio uma lista de mandamentos dizendo o que eu devo ou não fazer. A vida é minha, caralho! Já não basta o governo mandando onde não deve, ainda vem o povo, puta que pariu viu…
Sendo assim não me interessa nenhum contexto histórico de repressão aos palavrões. Simplesmente quero que se foda. Quem não fala palavrão com medo do que os outros vão dizer é tonto. Você perde uma das melhores formas de expressão.
Muita gente é hipócrita. Não fala palavrão, mas pensa. A moral não é a mesma? Desde um xingo a alguém suavizado (algo como chamar alguém de bastardo em vez de filho da puta), até o ato de ficar calado ao bater o dedinho do pé num dia frio pra caralho… A pessoa está perdendo a oportunidade de se expressar naturalmente, como gostaria. E isso é ruim, cria uma máscara, uma falsidade. Uma hipocrisia.
Quem não fala porque não gosta ou acha desnecessário, beleza. Ninguém é obrigado a falar. Mas quem não fala só pra parecer bonitinho perante a porra da sociedade, é um idiota. As pessoas deveriam cuidar da própria vida, formando seus conceitos com base naquilo que gostam, no que se sentem bem, no que acreditam ser o melhor para si. Sério, precisamos ser mais egoÃstas! Precisamos ligar mais o foda-se e largar a hipocrisia e os dogmas. Dogmas são leis inventadas por alguém. São leis pessoais replicadas a outros, muitas vezes, à força - e incluo nisso também qualquer dogma ou personagens de contos de fadas das religiões, praticamente todas elas (já que todas são baseadas na necessidade de acreditar em algo que parece certo, levando uma série de regras a seguir, regras estas criadas por seres humanos). Isso faz um mal danado à capacidade intelectual e à liberdade de quem teve o cérebro lavado.
Eu nao deixo um dogma de 1930 mandar na minha vida. Falo palavrão quando acho que dá, quando dá vontade, quando sai naturalmente. Quando quero expressar algo com maior intensidade.
“Ai meu dedo, caramba…”
Se eu gritar “Ai meu dedo, caralho!” a expressão fica mais forte, mais realista. Muita gente se sente melhor. Ficar usando caramba no lugar de caralho é coisa de criança crescida numa famÃlia dogmática, criança essa que esqueceu de crescer. Se você gosta de falar caramba, ok. Mas se você foi obrigado a falar caramba e proibido de falar caralho, repense seriamente isso!
Quem não gosta até entendo e respeito, mas para por aÃ. Pessoa nenhuma no mundo tem o direito de falar como eu devo ser, como devo me expressar, etc! Quando eu nasci não assinei nenhum contrato dizendo o que eu poderia ou não falar. E simplesmente não sou objeto de uso da sociedade para deixar um bando de gente que nem conheço querer impor coisas a mim!
Quem se ofende com palavrões está sendo de certa forma ignorante. Desconhece o idioma. A lÃngua é viva. Novas palavras aparecem com o tempo e outras vão sumindo. Algumas gÃrias vão se tornando mais normais e aceitas, outras vão caindo em desuso.
“Merda”, por exemplo. Tem pessoas “tradicionais” ou “conservadoras” que ficam ofendidas quando alguém fala a palavra merda! Mas hj em dia qualquer um fala “merda”…
Na década de 90 uma professora minha proibia os alunos de falar “legal”, porque falava que isso era gÃria e era coisa feia. Puta merda, “legal”. Década de 90. Ah, vai se foder, professora! Que ideia mais idiota.
Vemos isso com “foda” também. Até alguns anos atrás era muito feio, censurável na imprensa, por exemplo. Hoje em dia cada vez mais o termo é usado mesmo por algumas pessoas conservadoras, sendo mais aceito em músicas também. De palavrão “foda” está se tornando uma gÃria. E pra mim é uma das palavras mais gostosas de falar! Foda é foda :)
Tem dias que a noite é foda… Na época essa música marcou a entrada da palavra “foda”
em muitas rádios FM, antes então algo que parecia impraticável…
E as origens não são nada “limpas”, já que pode significar sexo (dar uma foda…), além de vir de foder ou fuder…
O cúmulo da “foda” para mim foi quando uma amiga católica muito dedicada à religião soltou um “é foda” num comentário, não lembro se no Orkut ou Facebook. Dadas as repressões que ela passa com a religião (por ser muito dedicada na época em que a conheci), nunca imaginei que ela falaria “foda”. Aà questionei e para minha surpresa ela retornou algo como “ah, mas foda não é palavrão…”. ADOREI! Porra, caralho, sinal de mudanças no ar! As pessoas estão mudando, deixando de ser idiotas, deixando de ficar presas a dogmas de 1900. (A propósito, beijo C…, adoro vc ^^)
Felizmente os jovens se espalham e os velhos vão morrendo. E assim se vão os costumes antigos também! O mundo não é fixo, as palavras não são eternas e o conceito de moral… Também muda. E é influenciado por uma porrada de coisas, normalmente muda conforme a religião e tradições locais. Um animal doméstico no Brasil é comido na China. Vemos e achamos horrÃvel! Mas comemos galinhas e galos, vacas e bois! Porra, que saco essa hipocrisia…
Eu simplesmente ODEIO dogmas, sejam religiosos ou não. Vivo a vida como quero, respeitando os limites do meio no qual estou inserido. Não me sinto bem falando palavrões em textos formais nem com pessoas que não falam, claro. E respeito isso de boa. Mas com amigos que falam e em textos meus, que mal há? Ninguém deve controlar isso, senão eu poderia tachar o controlador de um “ditador louco”.
Se você acha que falar palavrão é imoral, errado está você. Simplesmente não fale. Falar palavrão não afeta a vida dos outros. É digno, é natural, espontâneo e gostoso. É melhor do que carregar uma bÃblia embaixo do braço e explorar inocentes com lavagem cerebral (caso de muitos pastores 171), é melhor do que ser educado na TV enquanto aumenta-se o próprio salário em mais de 100% usando dinheiro público só colocando no cu do povo, etc…
Seja você. Uma pessoa não é necessariamente má ou ruim porque fala palavrão, afinal tem muita gente que não fala e nem por isso é uma pessoa boa. Cresça. Veja que o idioma não se restringe aos seus ideais aprendidos - ou forçados - quando criança. Você cresce e se livra das obrigações impostas quando dependente dos pais. É simples!
Palavrões são palavras que expressam coisas, sentimentos, vontades, atualizações de status. Você não precisa gostar. Mas também não deve impor seu conceito de moralidade para todos.
Parece que conforme são mais usados, a força dos palavrões vai caindo. Dizer “caralho” daqui uns 50 anos não terá a mesma força de hoje, de tão banal que vai ser. Não sei se isso é bom ou ruim, mas parece mais bom do que ruim. Qualquer apegação cega a dogmas é ruim, é péssima, impede a evolução intelectual. Se os palavrões de hoje virarem palavras normais, que sejam inventados novos :P
E se não gostou, foda-se.
Eu sou um pleno defensor da LIBERDADE INDIVIDUAL, quando ela não fere os direitos básicos das outras pessoas. Plena liberdade de expressão. Plena liberdade de fazer o que quiser com o próprio corpo. Mente aberta quanto a religião, sexo, drogas, casamento, aborto, ideologias, humor, arte, etc. Desde que a sua vontade não prejudique a minha. O mundo é um só, temos que dividi-lo, então procuro buscar as melhores formas de convivência entre as pessoas. Não devemos isolar alguns temas e fazer de conta que não existem. As ideias devem ser discutidas, debatidas, dissecadas! Você não precisa mudar de ideia, mas também não preciso me submeter à sua e ficar quieto. Pretendo postar mais minhas opiniões sobre outros assuntos polêmicos aqui em breve. Mas não vou prometer. Esse blog estava bem largado, né? rs
Ah, lembre-se: você não é obrigado a concordar comigo e eu não estou aqui para lhe agradar. No meu cÃrculo social as pessoas me aceitam como eu sou, e as que não aceitam que simplesmente procurem outras pessoas. E na vida real eu falo (palavrão) só com quem fala, isso é fácil diferenciar ;)
NOTA: Qualquer comentário que se usar de ad hominem será excluÃdo sem aviso prévio. Ataque as ideias, não a pessoa. Ui, ele não sabe ser atacado! Ops, esta mensagem será removida por violar esta norma. Se não sabe o que é ad hominem, vale a leitura:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_hominem
Coisas que eu odeio num blogueiro
Postado por Marcos Elias | Em Blogosfera, Web e Internet
Tipos de blogueiros que não suporto…
A blogosfera cresce rapidamente. Inclusão digital sim, mas o problema pelo que vejo nem é tanto a inclusão digital. Tem muito filhinho de papai de classe média que abusa da blogosfera se exibindo sem relevância. Dos trocentos infinitilhões de blogs que existem, creio que no mÃnimo uns 30 a 50% são inúteis. Não acrescentam nada, poluem o Google com resultados irrisórios e, quando não, não sabem conquistar leitores. E não me refiro a blogs privados, com temas que só interessam a um grupo de amigos ou local. Esses não valem nada para a sociedade como um todo, mas têm seu valor dentro de um grupo - de duas pessoas, que seja. Não são necessariamente esses os blogs ruins. Quem tem um blog local ou de tema privado utiliza o espaço como ferramenta de contato, divulgação, exibição local, e não deve ser rotulado negativamente por isso. Se não gostar, simplesmente não acesse tais blogs.
Independente do blog valer alguma coisa ou não, há algumas atitudes de blogueiros que não suporto. Acabam me afastando como leitor - e pelo que vejo, a muitos outros também.
Nada contra, apenas por questão pessoal mesmo, do ponto de vista como “usuário”. Supondo que eu nunca bloguei nem sei o que é um blog, mas acabo acessando blogs para ler coisas… Eis algumas coisas que não suporto:
Quem vive divulgando o blog pra lá e pra cá. Já tem o campo de URL nos comentários, e o cara insiste em colocar no corpo da mensagem (exceto se for necessário ou indicação expressa de utilidade, referência, adição de conteúdo, etc).
Do grupo acima, temos os que vivem “spammeando” no Twitter. Toda hora tem o endereço do cara como tweet. Poxa, manda por DM pra cada novo follower, mas não fica tuitando toda hora a mesma coisa. E outra, o Twitter já tem o campo de URL bem embaixo do nome, no perfil… Não tem porque forçar a barra.
Ainda no Twitter… há aqueles que vivem pedindo RT. Puxa, como ODEIO ver um “Please RT”! Não há necessidade. Se for bom, se o pessoal gostar, retuitará. Ou não. O Twitter é muito momentâneo. Mas ficar repetindo só irritará quem passa mais tempo nele.
Nem precisa ser tão “cool”, não precisa ter Twitter. MSN mesmo, entre outros comunicadores instantâneos. Odeio quando alguém fica mandando links logo depois de postar algo no blog. Aff. Dos blogs de amigos que acompanho, certamente entrarei mais tarde. Alguns vejo por RSS. Não preciso parar o que estou fazendo, duas ou três vezes por dia, pra clicar num link e ver o que o cara postou. Insuportável pra mim. Quase sempre ignoro o link e a mensagem.
Odeio mensageiros instantâneos, não é ser anti-social, mas durante o trabalho é terrÃvel - e como para um problogger ou prosaitista tempo é dinheiro, 80% do meu tempo no PC é trabalhando (direta ou indiretamente), é bobeira ficar perdendo tempo desnecessário - isso que não me considero um problogger, mesmo trabalhando exclusivamente com a internet. Não que as ferramentas não ajudem, claro que ajudam, e muito - mas no seu tempo certo, ou pelo menos, ao bater papo com as pessoas certas, por utilidade, não por bobeira.
Já falei sobre comentários e pedidos de RT. Um outro tipo de blogueiro que todo mundo odeia é aqueles que pedem parceria mesmo quando o blog do sujeito nem conteúdo tem. Colocam uns 2 ou 3 posts, um montão de ads e já vem “aceita parceria?”, “coloca meu banner?”, etc. Odeio. E a maioria dos blogueiros odeiam também.
Aliás, parcerias de links têm sido tão inúteis que em vários dos meus sites linko apenas amigos mesmo, quase sempre os que conheci pessoalmente. Passar PR? Não é com um link num meio de muitos links que o PR será significante. Está mais do que provado que os melhores links são os naturais, em artigos, textos e referências. Não preciso de um link na sidebar de um blog pra ser poderoso. Claro que é bom, mas eu não faria de tudo por um link. Não vejo vantagem ter meu site numa lista com trocentos links num <marquee>. E muitas vezes as 5 visitas enviadas ao meu site num mês não valem o espaço do link dedicado no meu para manter a parceria (no caso de blogs pequenos ou lotados de links).
Há muitos outros tipos. Odeio tanto que nem dá vontade de continuar. Os que exageram ao pedir comentários. Os que exigem votação para ver o conteúdo. Os que colocam propagandas no meio do texto, entre um parágrafo e outro (*não* os que colocam em quadros dentro do texto, o que é natural mesmo em revistas; *nem* os que colocam entre texto e comentários, ou entre textos não relacionados). Digo o cara colocar propaganda entre um parágrafo e outro do mesmo texto. TerrÃvel, me corta o “tesão” de continuar lendo na hora. Já depois do tÃtulo até eu uso, visto que o retorno é bom, especialmente para pára-quedistas.
Mais coisas que um blogueiro não deve fazer…
Os que copiam conteúdo sem referenciar, os que escondem os créditos, os que fazem hotlink para imagens, entre muitas outras coisas…
Seja blogueiro de atitude, não seja chato.
Software livre e Linux não presta. Tá bom…
Postado por Marcos Elias | Em CrÃticas, Softwares
AVISO: esse texto não deve ser lido por imbecis que comentam antes de ler o texto todo, por conter partes pequenas que podem ser engolidas. Ao persistirem os sintomas, vá pra PQP.
Você usa software livre, queira ou não.
Muita gente não gosta de Linux por “n” motivos, e transforma algumas dificuldades encontradas como ódio por todos os softwares livres. “Software livre é um lixo”, na mente de muitos. Não é por aÃ.
A liberdade não tem preço. Isso não quer dizer que os softwares livres devam ser necessariamente gratuitos, embora a maioria seja.
Os softwares livres entregam à humanidade mais conhecimento, mais poder com relação aos nossos antecessores. Os softwares proprietários, não.
Se uma empresa de software proprietário, de código fechado, vem a falir, geralmente o software vai pro saco. Já era. Todo mundo abusa das versões existentes até então, mas ele não evolui mais. Morre.
Já com o software livre a coisa é diferente. Você tem acesso às rotinas do programa, e pode melhorá-las. Se um desenvolvedor morre, os outros podem continuar o trabalho. O conhecimento adquirido, assim como o software pronto (compilado) pode funcionar por muito mais tempo, e servir de base para muito mais gente.
Quando você começa um projeto fechado, deve fazer tudo do zero. Pode levar meses, anos para ter algo que outros já têm pronto. Com software livre não há isso. Você pode aproveitar partes já conquistadas, feitas por outras pessoas. E ainda pode compartilhar os resultados, para que mais pessoas se aproveitem do trabalho coletivo.
Há mais variações de software livre, é verdade. Enquanto existem umas 5 edições de Windows, existem “milhares” de versões de Linux. Há umas 10 ou 15 ou 20 versões de Windows em uso atualmente (incluindo Vista, XP, 2000, e as variantes Home Premium, Home Basic, Ultimate, Professional, Starter, etc). E Linux? Além das versões mais famosas, sempre há remasters e versões que nunca ninguém mais vem a conhecer, versões adaptadas para escolas ou grupos locais, que podem ou não chegar a mais pessoas.
Isso é bom ou é ruim? Definitivamente, é bom. Por mais problemas que venha causar, como compatibilidade, é bom. É livre. É de todos, quase um patrimônio público. Quase porque não é algo “sem dono”. Os produtores são referenciados e reconhecidos.
Quem odeia software livre, não viveria sem software livre hoje em dia. Mesmo que não saiba. Supomos que você nunca usou Linux. Já votou? Se votou nas últimas eleições (no Brasil), deve ter usado, pois há Linux rodando nas urnas. Mas há coisas mais próximas. Muitas aplicações para Windows são open source, mesmo com o sistema sendo fechado e pago.
Inno Setup. Quem nunca rodou um instalador feito com o Inno Setup? O NSIS também. São open source e usados por muitos programas, inclusive aplicações fechadas e até comercais.
Sites da web. O Linux lidera nos servidores web. Ao acessar a maioria dos sites você está usando o Apache, PHP, MySQL. Tudo software livre, só que rodado do outro lado da linha. Você não vê, mas o software livre está lá. O suor de pessoas (que às vezes você tanto odeia) foi derramado para lhe servir.
Todo mundo fala que GNU/LINUX é difÃcil. Linux não é Windows. Linux tem suas particularidades. Mas vendo dos dois lados, como usuário de Linux e Windows (ou Windows e Linux), o Windows também é difÃcil. Já perdi a conta de quantos amigos “noobs” me chamaram para instalar visualizadores de vÃdeos (codecs). A pessoa baixa filmes, o Windows nativo não roda alguns formatos, muitos deles. Windows é difÃcil [1].
Um amigo de um amigo não ficou um mês com um monitor widescreen, ele achou que tinha problema porque a imagem era achatada. Vendeu por uma pequena fração do preço pelo qual pagou, e comprou um monitor LCD no formato 4:3 tradicional. O “noob” não imaginava que precisava instalar um driver de vÃdeo da placa de vÃdeo dele para suportar resoluções wide. Para ele, Windows foi difÃcil [2], apesar de a culpa ter caÃdo sobre o monitor.
Uma vizinha trocou o teclado e os acentos não funcionavam corretamente. Ela veio em casa para mim ver se o teclado tinha algum defeito. Era apenas o layout de teclado mal configurado. O Windows é difÃcil [3].
Quantas pessoas não pagam R$ 60 ou mais apenas para um pseudo-técnico (ou técnico mesmo) formatar o HD e (re)instalar o Windows? Se isso existe só pode ser porque Windows é difÃcil [4], pois se fosse fácil as pessoas economizariam esses R$ 60 reais e fariam por si mesmas a instalação.
E tirar vÃrus então? A turma abusa dos amigos mais “nerds” ou “geeks” quando o assunto é limpeza do PC. Qualquer coisa… Ah, meu PC pegou vÃrus. Windows é difÃcil [5], porque é difÃcil tirar vÃrus do Windows.
Eu poderia dar mais trocentos exemplos. Se você ama Windows porque é fácil e odeia Linux porque é difÃcil, reveja seus conceitos, páre um pouco de ser preconceituoso. Especialmente com o que você não tentou ver como funciona.
Ninguém é obrigado a usar esse ou aquele sistema (pelo menos no PC pessoal). Use aquilo com o qual você se sente melhor.
Linux é software livre, feito por pessoas, geralmente não tem obrigação de suporte. Se der problema, se vire. Você precisará se acostumar com isso. Recorrer à comunidade de forma educada geralmente ajuda. Mas você não pagou pelo sistema, o desenvovedor não te deu garantias.
Windows é software privado, feito por pessoas em nome de uma empresa, sem ter sua receita divulgada. A Microsoft dá suporte ao Windows. Se der problema, se vire da mesma forma. Quantas vezes um bug não fica um tempão sem solução?
Para ambos os sistemas há suporte pago, de qualidade variável, feito por especialistas e entusiastas. Se Windows fosse muito mais fácil do que Linux não existiriam as certificações da Microsoft, e o mercado de técnicos de informática não seria tão grande - especialmente em empresas que mantém várias máquinas Windows, tanto servidores como clientes.
Tudo é relativo. Se não quer usar LINUX, não use, mas também não xingue. Software livre, queira ou não, você acaba usando, mesmo sem saber. E há uma tendência de cada vez mais aplicações serem livres, caso contrário não terão sucesso a longo prazo.
Obs.: Eu “brinco” com Linux e Windows, já xinguei Linux aqui nesse blog “zuando” com erros diversos, comentei sobre mitos e fatos de Linux, bugs, etc. Não leve a sério. O foda é que tem gente que leva.
Mep Texto 7 beta 1: agora melhor com UTF-8
Postado por Marcos Elias | Em .MEP é tudo nosso, Sites .MEP, Softwares
INFORMAÇÃO (adicionada em 14/02/2012): Eu parei de atualizar meus programas, e não há data prevista para voltar. Ando usando mais Linux e Mac, e programar exclusivamente para Windows ficou fora dos meus ideais.
AVISO: o Mep Texto como conhecido até o 7 está sendo descontinuado, passei a trabalhar mais com o Lazarus, multiplataforma. Nisso fiz o “Codename LA”, para uso pessoal. Se o MT não atender aos seus objetivos, desculpe, mas pode procurar outro editor por enquanto… O LA está ficando legalzinho mas está longe de ser completo, tem vários bugs e não ando com tempo para trabalhar nele. Uso por mim, mas é ruim indicar como um programa de uso geral.
Publiquei uma nova edição em testes do Mep Texto, que deverá ser a versão 7. Há um problema de compatibilidade com arquivos criados no Mep Texto 6 “U”, pois o Unicode do UniSynEdit não era um Unicode “real”. Esta versão lê e salva em ANSI e UTF-8, tendo UTF-8 como padrão. Decidi abandonar o UniSynEdit pelas suas várias deficiências.
Essa versão não afeta as edições anteriores, sendo instalada em outro local e com outra chave do registro. Não testei no Windows 9x/Me, nem pretendo suportar estes sistemas.
Download:
http://www.mephost.com/downloads/mt7-b1-408a.zip
Documentação, recomendo ler antes de usar:
MEP TEXTO 7
CODENAME 408A “MACHADO DE ASSIS”
(em homenagem a uma linha de trólebus em São Paulo muito clássica)
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O Mep Texto está experimentando o Scintilla. A versão 7 é BETA BETA BETA e não deve ser usada para modificar arquivos importantes, a menos que você REALMENTE TENHA GOSTADO. Lembre-se de que o programa é fornecido NO ESTADO EM QUE SE ENCONTRA, SEM GARANTIAS.
Há muitas coisas que faltam ser implementadas e transferidas para funcionar com o Scintilla:
- Impressão
- Substituição em lote
- Mais opções do editor (marcadores, destaque de sintaxe colorida, etc)
O código “básico” foi feito: abrir e salvar arquivos, copiar/colar/desfazer, substituir/pesquisar, etc. No recurso de substituir e pesquisar faltam ainda algumas adaptações.
Algumas coisas que faltam, além das citadas acima:
- Escolha da codificação correta ao salvar e abrir arquivos! Esse é o pior “bug” dessa versão. Apesar de salvar em UTF-8, ele não abre corretamente arquivos criados com o Mep Texto 6 Unicode, que usava o UniSynEdit, com suporte muito parcial ao Unicode (um suporte muito porco, diga-se de passagem).
- Updates na posição do cursor na barra de status, além do estado da tecla INSERT.
- Alteração nas mensagens que diz que a ação é irreversÃvel, pois agora boa parte delas podem ser desfeitas com o CTRL+Z.
- A pasta do Backup Paranóia pode ser definida incorretamente como sua pasta Documentos. Ao ativar o recurso, clique em “Restaurar a pasta padrão” ou escolha outro local. Como segurança, a pasta não pode mais ser excluÃda pela interface do Mep Texto. Você deverá removê-la manualmente quando quiser usando o Windows Explorer.
- Recursos de substituição não estão funcionando para o primeiro caractere (como itens do menu HTML). Eles estão sendo aplicados a partir do segundo.
Recursos inexistentes ou não codificados exibirão uma mensagem de erro ao serem aplicados. Ao aplicar as configurações esta mensagem aparecerá, mas basta ignorá-la, pois as configurações funcionais serão realmente aplicadas.
O grande problema é que o Unicode chegou bem tarde no Windows. Provavelmente o Mep Texto 7 dará suporte preferencial a UTF-8, tendo compatibilidade com ANSI. Uma opção na instalação deixará o usuário escolher a codificação padrão que deseja usar.
Caso o arquivo aberto seja visualizado incorretamente por estar em ANSI, escolha ANSI na lista da barra de ferramentas. E faça o correspondente ao abrir um arquivo Unicode, visto que ainda não há um detector da codificação.
Para definir ANSI como padrão, podendo criar e salvar arquivos em ANSI (default no Windows), selecione ANSI nas configurações (Configurar > Opções do Mep Texto > Outras configurações > Codificação de caracteres…).
DICA: você pode converter de ANSI para Unicode copiando o texto, alterando na barra de ferramentas e colando, e então salve. Se apenas trocar a codificação o arquivo poderá ser exibido de forma incorreta, por ter o conteúdo já definido na codificação anterior.
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IMPORTANTE, LEIA!!!
Para não interferir no uso das versões anteriores, o Mep Texto 7 (Codename 408A “Machado de Assis”) salva os dados em outro local. A chave do registro utilizada é:
HKEY_CURRENT_USER \ Software \ Mep \ Mep 408A
Você pode removê-la (com o editor fechado) para restaurar todas as opções padrão.
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DÚVIDAS, SUGESTÕES, RELATOS DE BUGS?
Caso tenha sugestões, escreva para o produtor: marcos@viamep.com
Não envie dúvidas ou problemas referentes a outros assuntos, pois devido o tempo do autor poderão ser ignoradas. Recomendamos postar dúvidas de informática geral na comunidade do Explorando e Aprendendo:
http://www.explorando.com.br/comu.php
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Código fonte?
O código fonte do Mep Texto Open não é mais mantido. Ele pode ser baixado em:
http://www.mephost.com/software/progs/mtopen-1.0-mt5b3b-src-20070606.zip
Nota: o email “atendimento@mephost.com” citado na documentação do arquivo acima pode não estar mais ativo.
Pelo menos por enquanto, o código fonte do Mep Texto 7 é fechado. A base do projeto vem desde 2004. Os componentes usados podem ser abertos ou não, caso do Scintilla (que é aberto mas funciona usando uma DLL externa).
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Créditos
Mep Texto Copyright (C) Marcos Elias Picão
http://www.viamep.com
Todos os direitos sobre o programa e código criados do zero são reservados ao Marcos Elias Picão
O programa usa alguns componentes de terceiros, tais componentes são de propriedade de seus respectivos produtores.
O ToolBar2000 do Jordan Russel (http://jrsoftware.org/) utilizado é devidamente licenciado (portanto pode ser usado em aplicações fechadas).
O TBX de Alex A. Denisov (http://g32.org) é de uso livre desde que indicado um agradecimento, eis aqui :)
O psvDialogs de Serhiy Perevoznyk (http://users.chello.be/ws36637/) é de uso livre.
As edições anteriores usavam o SynEdit (http://synedit.sourceforge.net/) e UniSynEdit (http://mh-nexus.de/en/unisynedit.php). Esta usa o Scintilla (http://www.scintilla.org/) por meio do componente Delphi Scintilla (http://delphisci.sourceforge.net/).
Os Ãcones estão em transição para o pacote do Silk, de Mark James (http://www.famfamfam.com/lab/icons/silk/). O uso é gratuito pela Creative Commons Attribution 2.5 License.
O Mep Texto é freeware, e pode ser redistribuÃdo à vontade, desde que não seja com interesses comerciais. Você não pode modificar o programa se passando pelo autor original, nem usar o nome do mesmo como sendo software do produtor original. Se editar o Mep Texto Open, por favor, troque o nome do projeto, mantenha os créditos de referência mas não sobre o que você fizer.
Se o Google parar, o mundo pára
Postado por Marcos Elias | Em Web e Internet
O poder do Google…
Se acabar a energia elétrica, muitos serviços páram.
Ontem fiquei sem Internet, Speedy maldito não autenticava os logins, nem mesmo o teste@teste/teste e speedy@speedy/speedy (formato user@domain/passwd).
Se a empresa de telefonia pára, tudo pára por aqui…
Eee PC se o Google pára, as coisas também páram.
Sem meu Gmail não sou quase nada. E sem o Google também. Serviços páram…
Agora pouco o Google não quis ser acessado ake ¬¬
Reclamei no meu Twitter @uebe. A Cha acessava normal. Estaria eu louco? Não. A @julianasardinha também postou reclamando, que Google, gmail e Blogger estavam fora do ar. Mas no host da Godaddy, lá nas pequepê dos EUA, Google tb era acessado normal:
Está fora do ar ou leeeento só para algumas pessoas… É hora vaga por aqui, sem Google, sem trabalho.
Ainda antes de postar, vi o @glerm também reclamar. Foi até para os tópicos quentes do Twitter:
http://search.twitter.com/search?q=%23gmail
Uma penca de gente reclamando.
UPDATE: a tag #googlefail aborda melhor:
http://twitter.com/#search?q=%23googlefail

