Software livre e Linux não presta. Tá bom…

AVISO: esse texto não deve ser lido por imbecis que comentam antes de ler o texto todo, por conter partes pequenas que podem ser engolidas. Ao persistirem os sintomas, vá pra PQP.

Você usa software livre, queira ou não.

Muita gente não gosta de Linux por “n” motivos, e transforma algumas dificuldades encontradas como ódio por todos os softwares livres. “Software livre é um lixo”, na mente de muitos. Não é por aí.

A liberdade não tem preço. Isso não quer dizer que os softwares livres devam ser necessariamente gratuitos, embora a maioria seja.

Os softwares livres entregam à humanidade mais conhecimento, mais poder com relação aos nossos antecessores. Os softwares proprietários, não.

Se uma empresa de software proprietário, de código fechado, vem a falir, geralmente o software vai pro saco. Já era. Todo mundo abusa das versões existentes até então, mas ele não evolui mais. Morre.

Já com o software livre a coisa é diferente. Você tem acesso às rotinas do programa, e pode melhorá-las. Se um desenvolvedor morre, os outros podem continuar o trabalho. O conhecimento adquirido, assim como o software pronto (compilado) pode funcionar por muito mais tempo, e servir de base para muito mais gente.

Quando você começa um projeto fechado, deve fazer tudo do zero. Pode levar meses, anos para ter algo que outros já têm pronto. Com software livre não há isso. Você pode aproveitar partes já conquistadas, feitas por outras pessoas. E ainda pode compartilhar os resultados, para que mais pessoas se aproveitem do trabalho coletivo.

Há mais variações de software livre, é verdade. Enquanto existem umas 5 edições de Windows, existem “milhares” de versões de Linux. Há umas 10 ou 15 ou 20 versões de Windows em uso atualmente (incluindo Vista, XP, 2000, e as variantes Home Premium, Home Basic, Ultimate, Professional, Starter, etc). E Linux? Além das versões mais famosas, sempre há remasters e versões que nunca ninguém mais vem a conhecer, versões adaptadas para escolas ou grupos locais, que podem ou não chegar a mais pessoas.

Isso é bom ou é ruim? Definitivamente, é bom. Por mais problemas que venha causar, como compatibilidade, é bom. É livre. É de todos, quase um patrimônio público. Quase porque não é algo “sem dono”. Os produtores são referenciados e reconhecidos.

Quem odeia software livre, não viveria sem software livre hoje em dia. Mesmo que não saiba. Supomos que você nunca usou Linux. Já votou? Se votou nas últimas eleições (no Brasil), deve ter usado, pois há Linux rodando nas urnas. Mas há coisas mais próximas. Muitas aplicações para Windows são open source, mesmo com o sistema sendo fechado e pago.

Inno Setup. Quem nunca rodou um instalador feito com o Inno Setup? O NSIS também. São open source e usados por muitos programas, inclusive aplicações fechadas e até comercais.

Sites da web. O Linux lidera nos servidores web. Ao acessar a maioria dos sites você está usando o Apache, PHP, MySQL. Tudo software livre, só que rodado do outro lado da linha. Você não vê, mas o software livre está lá. O suor de pessoas (que às vezes você tanto odeia) foi derramado para lhe servir.

Todo mundo fala que GNU/LINUX é difícil. Linux não é Windows. Linux tem suas particularidades. Mas vendo dos dois lados, como usuário de Linux e Windows (ou Windows e Linux), o Windows também é difícil. Já perdi a conta de quantos amigos “noobs” me chamaram para instalar visualizadores de vídeos (codecs). A pessoa baixa filmes, o Windows nativo não roda alguns formatos, muitos deles. Windows é difícil [1].

Um amigo de um amigo não ficou um mês com um monitor widescreen, ele achou que tinha problema porque a imagem era achatada. Vendeu por uma pequena fração do preço pelo qual pagou, e comprou um monitor LCD no formato 4:3 tradicional. O “noob” não imaginava que precisava instalar um driver de vídeo da placa de vídeo dele para suportar resoluções wide. Para ele, Windows foi difícil [2], apesar de a culpa ter caído sobre o monitor.

Uma vizinha trocou o teclado e os acentos não funcionavam corretamente. Ela veio em casa para mim ver se o teclado tinha algum defeito. Era apenas o layout de teclado mal configurado. O Windows é difícil [3].

Quantas pessoas não pagam R$ 60 ou mais apenas para um pseudo-técnico (ou técnico mesmo) formatar o HD e (re)instalar o Windows? Se isso existe só pode ser porque Windows é difícil [4], pois se fosse fácil as pessoas economizariam esses R$ 60 reais e fariam por si mesmas a instalação.

E tirar vírus então? A turma abusa dos amigos mais “nerds” ou “geeks” quando o assunto é limpeza do PC. Qualquer coisa… Ah, meu PC pegou vírus. Windows é difícil [5], porque é difícil tirar vírus do Windows.

Eu poderia dar mais trocentos exemplos. Se você ama Windows porque é fácil e odeia Linux porque é difícil, reveja seus conceitos, páre um pouco de ser preconceituoso. Especialmente com o que você não tentou ver como funciona.

Ninguém é obrigado a usar esse ou aquele sistema (pelo menos no PC pessoal). Use aquilo com o qual você se sente melhor.

Linux é software livre, feito por pessoas, geralmente não tem obrigação de suporte. Se der problema, se vire. Você precisará se acostumar com isso. Recorrer à comunidade de forma educada geralmente ajuda. Mas você não pagou pelo sistema, o desenvovedor não te deu garantias.

Windows é software privado, feito por pessoas em nome de uma empresa, sem ter sua receita divulgada. A Microsoft dá suporte ao Windows. Se der problema, se vire da mesma forma. Quantas vezes um bug não fica um tempão sem solução?

Para ambos os sistemas há suporte pago, de qualidade variável, feito por especialistas e entusiastas. Se Windows fosse muito mais fácil do que Linux não existiriam as certificações da Microsoft, e o mercado de técnicos de informática não seria tão grande - especialmente em empresas que mantém várias máquinas Windows, tanto servidores como clientes.

Tudo é relativo. Se não quer usar LINUX, não use, mas também não xingue. Software livre, queira ou não, você acaba usando, mesmo sem saber. E há uma tendência de cada vez mais aplicações serem livres, caso contrário não terão sucesso a longo prazo.

Obs.: Eu “brinco” com Linux e Windows, já xinguei Linux aqui nesse blog “zuando” com erros diversos, comentei sobre mitos e fatos de Linux, bugs, etc. Não leve a sério. O foda é que tem gente que leva.

Mep Texto 7 beta 1: agora melhor com UTF-8

INFORMAÇÃO (adicionada em 14/02/2012): Eu parei de atualizar meus programas, e não há data prevista para voltar. Ando usando mais Linux e Mac, e programar exclusivamente para Windows ficou fora dos meus ideais.

AVISO: o Mep Texto como conhecido até o 7 está sendo descontinuado, passei a trabalhar mais com o Lazarus, multiplataforma. Nisso fiz o “Codename LA”, para uso pessoal. Se o MT não atender aos seus objetivos, desculpe, mas pode procurar outro editor por enquanto… O LA está ficando legalzinho mas está longe de ser completo, tem vários bugs e não ando com tempo para trabalhar nele. Uso por mim, mas é ruim indicar como um programa de uso geral.


Publiquei uma nova edição em testes do Mep Texto, que deverá ser a versão 7. Há um problema de compatibilidade com arquivos criados no Mep Texto 6 “U”, pois o Unicode do UniSynEdit não era um Unicode “real”. Esta versão lê e salva em ANSI e UTF-8, tendo UTF-8 como padrão. Decidi abandonar o UniSynEdit pelas suas várias deficiências.

Essa versão não afeta as edições anteriores, sendo instalada em outro local e com outra chave do registro. Não testei no Windows 9x/Me, nem pretendo suportar estes sistemas.

Download:

http://www.mephost.com/downloads/mt7-b1-408a.zip

Documentação, recomendo ler antes de usar:

MEP TEXTO 7
CODENAME 408A “MACHADO DE ASSIS”
(em homenagem a uma linha de trólebus em São Paulo muito clássica)

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O Mep Texto está experimentando o Scintilla. A versão 7 é BETA BETA BETA e não deve ser usada para modificar arquivos importantes, a menos que você REALMENTE TENHA GOSTADO. Lembre-se de que o programa é fornecido NO ESTADO EM QUE SE ENCONTRA, SEM GARANTIAS.

Há muitas coisas que faltam ser implementadas e transferidas para funcionar com o Scintilla:

- Impressão
- Substituição em lote
- Mais opções do editor (marcadores, destaque de sintaxe colorida, etc)

O código “básico” foi feito: abrir e salvar arquivos, copiar/colar/desfazer, substituir/pesquisar, etc. No recurso de substituir e pesquisar faltam ainda algumas adaptações.

Algumas coisas que faltam, além das citadas acima:

- Escolha da codificação correta ao salvar e abrir arquivos! Esse é o pior “bug” dessa versão. Apesar de salvar em UTF-8, ele não abre corretamente arquivos criados com o Mep Texto 6 Unicode, que usava o UniSynEdit, com suporte muito parcial ao Unicode (um suporte muito porco, diga-se de passagem).
- Updates na posição do cursor na barra de status, além do estado da tecla INSERT.
- Alteração nas mensagens que diz que a ação é irreversível, pois agora boa parte delas podem ser desfeitas com o CTRL+Z.
- A pasta do Backup Paranóia pode ser definida incorretamente como sua pasta Documentos. Ao ativar o recurso, clique em “Restaurar a pasta padrão” ou escolha outro local. Como segurança, a pasta não pode mais ser excluída pela interface do Mep Texto. Você deverá removê-la manualmente quando quiser usando o Windows Explorer.
- Recursos de substituição não estão funcionando para o primeiro caractere (como itens do menu HTML). Eles estão sendo aplicados a partir do segundo.

Recursos inexistentes ou não codificados exibirão uma mensagem de erro ao serem aplicados. Ao aplicar as configurações esta mensagem aparecerá, mas basta ignorá-la, pois as configurações funcionais serão realmente aplicadas.

O grande problema é que o Unicode chegou bem tarde no Windows. Provavelmente o Mep Texto 7 dará suporte preferencial a UTF-8, tendo compatibilidade com ANSI. Uma opção na instalação deixará o usuário escolher a codificação padrão que deseja usar.

Caso o arquivo aberto seja visualizado incorretamente por estar em ANSI, escolha ANSI na lista da barra de ferramentas. E faça o correspondente ao abrir um arquivo Unicode, visto que ainda não há um detector da codificação.

Para definir ANSI como padrão, podendo criar e salvar arquivos em ANSI (default no Windows), selecione ANSI nas configurações (Configurar > Opções do Mep Texto > Outras configurações > Codificação de caracteres…).

DICA: você pode converter de ANSI para Unicode copiando o texto, alterando na barra de ferramentas e colando, e então salve. Se apenas trocar a codificação o arquivo poderá ser exibido de forma incorreta, por ter o conteúdo já definido na codificação anterior.

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IMPORTANTE, LEIA!!!

Para não interferir no uso das versões anteriores, o Mep Texto 7 (Codename 408A “Machado de Assis”) salva os dados em outro local. A chave do registro utilizada é:

HKEY_CURRENT_USER \ Software \ Mep \ Mep 408A

Você pode removê-la (com o editor fechado) para restaurar todas as opções padrão.

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DÚVIDAS, SUGESTÕES, RELATOS DE BUGS?

Caso tenha sugestões, escreva para o produtor: marcos@viamep.com

Não envie dúvidas ou problemas referentes a outros assuntos, pois devido o tempo do autor poderão ser ignoradas. Recomendamos postar dúvidas de informática geral na comunidade do Explorando e Aprendendo:
http://www.explorando.com.br/comu.php

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Código fonte?

O código fonte do Mep Texto Open não é mais mantido. Ele pode ser baixado em:
http://www.mephost.com/software/progs/mtopen-1.0-mt5b3b-src-20070606.zip
Nota: o email “atendimento@mephost.com” citado na documentação do arquivo acima pode não estar mais ativo.

Pelo menos por enquanto, o código fonte do Mep Texto 7 é fechado. A base do projeto vem desde 2004. Os componentes usados podem ser abertos ou não, caso do Scintilla (que é aberto mas funciona usando uma DLL externa).

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Créditos

Mep Texto Copyright (C) Marcos Elias Picão
http://www.viamep.com

Todos os direitos sobre o programa e código criados do zero são reservados ao Marcos Elias Picão .
O programa usa alguns componentes de terceiros, tais componentes são de propriedade de seus respectivos produtores.

O ToolBar2000 do Jordan Russel (http://jrsoftware.org/) utilizado é devidamente licenciado (portanto pode ser usado em aplicações fechadas).
O TBX de Alex A. Denisov (http://g32.org) é de uso livre desde que indicado um agradecimento, eis aqui :)
O psvDialogs de Serhiy Perevoznyk (http://users.chello.be/ws36637/) é de uso livre.
As edições anteriores usavam o SynEdit (http://synedit.sourceforge.net/) e UniSynEdit (http://mh-nexus.de/en/unisynedit.php). Esta usa o Scintilla (http://www.scintilla.org/) por meio do componente Delphi Scintilla (http://delphisci.sourceforge.net/).
Os ícones estão em transição para o pacote do Silk, de Mark James (http://www.famfamfam.com/lab/icons/silk/). O uso é gratuito pela Creative Commons Attribution 2.5 License.

O Mep Texto é freeware, e pode ser redistribuído à vontade, desde que não seja com interesses comerciais. Você não pode modificar o programa se passando pelo autor original, nem usar o nome do mesmo como sendo software do produtor original. Se editar o Mep Texto Open, por favor, troque o nome do projeto, mantenha os créditos de referência mas não sobre o que você fizer.

Fatos e mitos sobre Linux

Depois de mais um Linux fail, que não me deixou experimentar o Sabayon, eis aqui…

Desenvolvedores Linux, em sua maioria, nunca viram um monitor widescreen na vida.

Desenvolvedores Linux não são das antigas: nunca tiveram um mouse serial.

Desenvolvedores Linux não se preocupam com as pessoas de outros países. Deixar configurado apenas o keymap do teclado local está ótimo.

Desenvolvedores Linux são avessos a netbooks.

Desenvolvedores Linux não gostam de efeitos 3D. Quando gostam, só pensam no seu PC.

Desenvolvedores Linux não ouvem MP3. Ouvem OGG.

Desenvolvedores Linux não baixam filmes em rmvb do Tela Quente ponto net. Eles assistem a vídeos institucionais que vêm no CD de instalação dos seus sistemas.

Linux não precisa desfragmentar nem verificar o disco. Give root password for maintenance (or type Control-D for normal startup)…

Linux não fica dando tela azul. Dá tela preta com um # e diz “agora se vira”.

Linux não dá tela azul quando não consegue configurar o vídeo. Linux dá tela cinza, descontrolada, com o cursor fora do meio da tela, cheia de faixas.

Usuários de Linux não existem. Existem desenvolvedores, geeks e curiosos. Para todas as pessoas restantes, é recomendável se manter longe do sistema.

A Microsoft Canonical acha que todo mundo tem um PC com 512 MB de RAM. Senão não é ser humano, afinal o Ubuntu é Linux para seres humanos. Viva o Windows XP, que pode rodar de boa com 256 MB.

Linux não é de graça. Você gasta muito com remédios para dor de cabeça depois, e para cobrir o tempo perdido se batendo.

Desenvolvedores Linux não estão nem aí para os usuários. Funciona? Ótimo. Não funciona? Foda-se.

Afinal, desenvolvedores Linux não ganham diretamente dos usuários. Estes não têm o direito de reclamar.

O que é codename?

O que é um codename?

Um nome de código ou codename é um nome temporário, quase sempre atribuído a projetos em desenvolvimento. Ele é usado por alguns motivos internos da turma de desenvolvimento, os dois principais são:

1 - Não se sabe o nome do produto final. Às vezes tem-se uma idéia, ou vontades e nomes em vista, mas nada certo. Para o projeto poder ser executado, terá que ser referenciado pela equipe, então atribuem um apelido ao mesmo - um codename. Enquanto o projeto não estiver pronto, usam o nome temporário. Por exemplo, o do Windows XP foi Whistler, o do Vista foi Longhorn, e o do Windows 7, Vienna.

2 - Questão de propriedade de marcas. O registro de marca pode demorar um pouco, ainda mais quando precisa ser feito em muitos países. Se uma grande empresa X começar a desenvolver um grande sistema operacional Y com seu nome final, poucos dias depois de vazada a informação já existiriam trocentos sites combinando XY, YX, YDOWNLOAD, etc. Além de empresas ou pessoas mesmo que poderiam registrar as marcas e suas variantes principais nos seus países, prejudicando imensamente o lançamento final do produto. No caso do Windows, por exemplo, a MS não se importava lá tanto de ter muitos sites usando o nome “Whistler”, visto que o produto final se chamaria “Windows XP”.

Um projeto não precisa necessariamente ter um codename, mas geralmente tem. E não precisa ser software. Pode ser site, ou mesmo algo além da Internet, como uma campanha. Antes de se produzir faixas e materiais de divulgação, pode-se atribuir um nome temporário, e depois mudar para o final que será apresentado.

E um projeto não precisa ser comercial para usar nomes de códigos. Aplicando a primeira opção (falta do nome final) muitos softwares livres usam codenames também. E mesmo que se tenha o nome final, os codenames indicam as versões grandes, como no caso do Ubuntu (Hardy Heron, Intrepid Ibex, Jaunty Jackalope, etc).

Geralmente para o codename é escolhido algo nada a ver com o nome final, tenha esse algo alguma ligação indireta ou não. Eu uso linhas de ônibus para codenames para sites, cada um tem suas preferências, tudo depende do momento e da equipe de desenvolvimento. Valem coisas aleatórias. Valem elementos de sonhos que o produtor teve (desde o nome de uma boate até as cidades pelas quais passou). Valem nomes sorteados pelos fãs do objeto em questão. Vale tudo. Menos o nome final.

Fireworks CS4 é estranho :O

O que dá na cabeça de uma grande produtora de software como a Adobe pra remover a barra de título de um programa? Poxa, foge totalmente dos paradigmas esperados para o Windows:

Gostei da dica de posicionamento que tem no Fireworks CS4, mas vai demorar um pouco pra me acostumar com o visual. E depois de instalar ele o CS3 nem abre mais, dá um erro aqui.

Ah, sem falar que modifica algumas fontes, textos feitos nas versões antigas anteriores do Fireworks podem ficar zuados ou menores, o que é terrível para botões, tudo teria que ser refeito.

Talvez eu volte pro CS3. Ah que saudades do Fireworks MX! E saudades da Macromedia também.

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