Final do filme: Seed - Assassino em Série (Título original: Seed)

Seed - Assassino em Série (Título original: Seed)
FILME DE TERROR

SINOPSE

Um serial killer será executado na cadeira elétrica. Seu nome é Sam Seed, o cara é muito forte, do tipo de falar pouco - e matar bastante. Suas vítimas são muitas, uma das especialidades dele é deixar a vítima morrer presa, num cativeiro, filmando a morte - da morte até a decomposição do corpo. Conforme a lei local, se ele não morrer depois de 3 choques elétricos de 15 mil volts, deverá ser posto em liberdade. As 3 tentativas são feitas, e o cara não morre! O pessoal conversa em off e decide enterrá-lo mesmo vivo, afinal soltar um bicho desses… Não seria legal. Dão como morto para o pessoal presente na execução. O que não esperavam, mas pensaram que poderia ocorrer, acontece: Seed consegue fugir. E está pronto para se vingar, lotado de ódio e sangue.

FINAL

Milagrosamente o cara consegue sair do caixão, quebrando-o aos poucos. Nunca vi um enterro tão mal feito, e nem tiveram a preocupação de dar um tiro no cara, sabiam que estava vivo. Esse é o tipo de filme “real”, onde não tem bonzinho: todos os bons morrem.
Depois de sair do túmulo, Seed vai para a cadeia (vai “para a cadeia”, no corredor da morte, e não “vai preso”) e coloca na cadeira elétrica um dos carinhas que ajudaram na tentativa de execução dele. Vai firme, e continua caçando um por um.
Um dos policiais que se destaca é o que mais se ferra. Seed pega a mulher e a filha dele (ela teve um sonho em que o pai havia morrido uma noite antes), e prende num cativeiro. Esse cativeiro tinha sistema de áudio e vídeo integrado a outro cativeiro, com uma TV precária visualmente (em outros filmes se usaria um laptop com webcam :p).
O pai da menina recebe uma fita no trabalho, coloca no videocassete e vê sua casa. Imediatamente pega seu opalão e corre para casa. Tudo aberto, não tem ninguém. Num recinto, um corpo todo esquartejado - mas não é o da sua família. Ele vai então para a casa do Seed, local onde Seed matou vários policiais na tentativa de prendê-lo no começo do filme. Lá, cai no mesmo cativeiro onde as vítimas do assassino morriam, segundo fitas que a polícia havia analisado - um local sombrio com uma câmera, onde ele filmava a morte da pessoa até a decomposição, só sobrando os ossos, e depois editava os filmes criando uma visualização rápida da decomposição do corpo - tanto de pessoas como de animais, inclusive um bebê.
Ao cair no cativeiro, a porta é fechada e o pai da menina fica preso. A TV passa a exibir Seed com a mulher e a filha, e o pai fica desesperado, implorando para que ele não faça nada. O pai pergunta o que ele quer, a mulher responde: “ele quer que você atire em você mesmo”. Ele tenta negociar, dizendo ao assassino para não fazer nada e que ele terá o que ele quiser. Seed não diz uma palavra. Exibe o funcionamento do acessório que mata como uma faca que sai pra fora, e o aplica na cabeça da mulher. A menina cai em choro, e o pai idem. Ele não resiste e atira em si mesmo, para não ver a filha morrer. Nesse ponto a menina quase morre só de se esgüelar, vendo o pai e seu suicídio forçado na TV. Seed então prende a menina no cativeiro, junto com o corpo do pai ensangüentado. O filme acaba aí. Dá a entender que a menina morrerá por falta de ar e comida com o tempo, seu corpo vai cair, se decompor (com aqueles vermes decompositores), enfim: não sobrou ninguém para contar a história. Seed, vivo, continuará cometendo seus atos cruéis.

MAIS INFORMAÇÕES

Pais/Ano: EUA / 2007
Diretor: Uwe Boll
Produção: Uwe Boll
Roteiro: Uwe Boll
Fotografia: Mathias Neumann
Trilha Sonora: Jessica de Rooij
Idiomas: Inglês e Português
Áudio: Dolby Digital 2.0 e 5.1
Legendas: Português e Inglês
Formato da Tela: Widescreen
Extras: Menu Interativo, Trailer, Galeria de Fotos
Duração: 90 min
Censura: 16
Data DVD: 23/4/2008

RECOMENDAÇÃO

Se você gosta de terror sangrento, não há lá muito sangue como o filme sugere, mas há muita tensão. Cenas fortes e chocantes mesmo para os mais experientes em filmes de terror. O lado bom do filme é ser realista (exceto o cara sair do caixão da forma que sai), visando reproduzir assassinatos humanos, e não coisas fantasiadas demais como ocorre em alguns outros filmes.

13 Comentários em “Final do filme: Seed - Assassino em Série (Título original: Seed)”

  1. katia Says:
    maio 16th, 2008 at 20:47

    Po meu… Contar o final é bom e ruin rsrsrs

    Vo ver mesmo assim, parece q tá loco pra caraio.

  2. Wolv Says:
    junho 4th, 2008 at 8:23

    O cara não poderia usar um laptop com webcam, porque o filme se passa no início da década de 70. OK?

  3. Marcos Elias Says:
    junho 4th, 2008 at 8:32

    Sim, claro :P

    Odeio filmes que se passam em tempos antigos, rs… Seed é uma exceção.

  4. andrielle Says:
    junho 6th, 2008 at 22:29

    que horroooo a parte em que o bebe e morttoooo!!!

  5. garlic Says:
    junho 11th, 2008 at 1:19

    Meu esse filme é muito loco ……..pode assisti que é bom
    meu nome é andré se alguem naum gosta vai tudo [CONTEÚDO REMOVIDO]..

  6. bleed Says:
    junho 18th, 2008 at 10:12

    O filme tem há istória até interessante mais foi muito mau planejado . tipo como é que um assassino da qualidade do seed que já tinha matado 666 entre 3 anos daria em media 3 pessoas por dia ( Na captura no lugar desconhecido tudo escuro só 2 carros de policia e uma requinha de policial só podia levar pau, outra coisa muito facíl a captura de seed não teve emoção nenhuma o detetive veinho desse a porrada nele enquanto em outra parte do filme na cadeia ele mete a porrada em 3 de uma vez só vai entender ? o caixão de seed que piada parece uma caixa veia de guarda fruta de feira de mercado , e prá acabar de lascar que cova rasa dá porra até minha vô saia ! eo ele amarrado com paninho fulera nos pulso. depois disso uma cena de 5 minutos dele lascando a machadinha na veia , deviam terem feito mais cenas estilo essa e muito rápido sequetro a mulher e a filha o detetive e pronto booh ! fudeu-se todo mundo numa velocidade, e outra só o treilher passa praticamente o filme inteiro ?

  7. Pamella Duarte Says:
    junho 29th, 2008 at 18:00

    queria mais informaçoes no site!!!!
    ta muito bobo!!!!
    a origem, onde aconteçeu a historia fotos etc….

  8. Marcos Elias Says:
    junho 30th, 2008 at 1:15

    Orra Pamella, ae vc quer q eu pesquise e te dê um material completo sobre o filme hein? rsrs

    Não foi meu objetivo analisar o filme na sua íntegra, rsrs :P

  9. Jéssica Says:
    julho 8th, 2008 at 12:23

    O filme é uma bosta.

  10. A Kaco Says:
    julho 15th, 2008 at 21:49

    Seed é um filme otimo. Não sobro niguem pra conta a história. Seed é o cão, sinceramente. Ele não se continha em apenas matar as vitimas; tinha que tortura-lás. Não morreu com dois choques na cadeira eletrica! Surpreendente. Só o final que fico um pouco “e aí? o q acontece”. Não foi colocado coisas do tipo “Seed morreu de Aids, após ter sido capturado 6 vezes” xD
    Poderiam pelo menos ter terminado direito.
    Mas é tesão \o/

  11. JigSawGirlHorripilante Says:
    julho 21st, 2008 at 22:05

    Filme ótimo?
    Brinca!
    Basta lembrar que o sujeito é responsável por porcarias como HOUSE OF THE DEAD e ALONE IN THE DARK para acabar com qualquer discussão sobre os seus “méritos”. Aliás, ele é tão chegado em largar uma bomba que poderia ser apelidado de “Una’Boll’ber” (argh, essa sim foi infame!!!). Em várias entrevistas, Boll disse que, com SEED, queria “chutar o balde”. Ou seja: vingar-se das incontáveis críticas negativas e xingamentos que recebera pelos seus filmes anteriores. Sua proposta era filmar o mais brutal, chocante e atroz filme de horror dos últimos tempos - tarefa complicada, ainda mais depois que as séries JOGOS MORTAIS e os dois HOSTEL jogaram lá em cima o consciente de sadismo e sangueira do moderno cinema de terror. O fato de o diretor partir de um roteiro original, de sua própria autoria, ao invés de adaptar um jogo de videogame (como na maioria dos seus trabalhos anteriores), era sinal de que algo de bom podia (ênfase no “podia”) estar pintando aí.Mas, desde os primeiros minutos de SEED, Boll demonstra que ainda tem muito que aprender - seja como roteirista, seja como diretor -, e a única coisa que sabe fazer bem é convencer estúdios a liberarem grana para estas suas bobagens, e farolar como um fanfarrão para divulgar seus filmes como se fossem maravilhas da sétima arte.
    SEED não esconde, nem por um minuto, sua intenção de dar origem a um personagem que possa estrelar uma franquia interminável, tipo Jason Voorhees ou Freddy Krueger. Evidências desta pretensão do seu criador podem ser encontradas no fenótipo do vilão-título (uma mistura da truculência física do Leatherface, de O MASSACRE DA SERRA ELÉTRICA, com as armadilhas criativas do Jigsaw, da série JOGOS MORTAIS) e até no cartaz (chupado do pôster de OLHOS FAMINTOS). Sorte que, como o filme é ruim que dói, a intenção do diretor deve morrer na praia.
    A história se passa nos anos 70, mais precisamente em 1979, mas não pense que isso faz qualquer diferença para o desenvolvimento da trama além de mostrar alguns figurinos e penteados cafonas dos atores (e a inexistência de telefones celulares, obviamente); de resto, a trama é tão atemporal que poderia se passar nos anos 70, na época atual ou mesmo no século 32. Através de uma colagem de cenas (reais) de violência contra animais, somos apresentados ao nosso personagem principal, o serial killer Max Seed (Will Sanderson, ator-fetiche de Boll), um vilão tão sádico que diverte-se assistindo a tortura de animaizinhos na TV.
    Bem, como o roteiro de Boll é caótico, repleto de idas e vindas no tempo, flashbacks que duram meia hora e cenas desconexas, vou tentar explicar como é o filme da melhor forma possível: após matar 666 pessoas (!!!) em 6 anos, Seed foi finalmente localizado e preso por um policial bonzinho, o detetive Matt Bishop (o ex-galã e canastrão de carteirinha Michael Paré, longe dos bons tempos do cult RUAS DE FOGO). Bishop teve a chance de matar Seed ao invés de mandá-lo para a prisão, mas prefere ser certinho e confiar no sistema penal. Ah sim: o vilão teve o rosto deformado por um incêndio e passa o filme todo mascarado, mesmo na cadeia.
    Já sabemos, desde os primeiros minutos, que Seed está preso, mas Boll entra com um flashback de 25 minutos mostrando como foi a prisão do psicopata (e como ele matou violentamente quase toda a força policial enviada para prendê-lo, já que os tiras insistem em revistar uma casa escura e suspeita no meio do nada separando-se o tempo todo!). E, depois que Seed é preso, Boll demora mais uma eternidade para fazer a história andar, mostrando longos e desnecessários takes da polícia assistindo a fitas VHS gravadas pelo psicopata, onde aparecem suas vítimas morrendo de inanição até a decomposição acelerada dos cadáveres (de cães a bebês, vemos quatro gravações do gênero, quando uma só já teria passado a mensagem…).Finalmente, chega o dia da execução do criminoso. O diretor do presídio, Arnold Calgrove (Ralf Moeller), está receoso de utilizar a velha e defeituosa cadeira elétrica da penitenciária para eletrocutar Seed. Mas, pressionado pela opinião pública - e pelo fato do prisioneiro ter matado brutalmente alguns carcereiros durante o tempo em que ficou preso -, Calgrove resolve fritar o psicopata de qualquer jeito. O problema: na noite da execução, diante dos familiares de suas vítimas, Seed toma uma descarga elétrica e não morre; toma uma segunda e também não morre, apesar de seus olhos explodirem.
    Surge um impasse: uma antiga e obscura lei em vigor naquele Estado garante a liberdade ao prisioneiro que sobreviver a três tentativas de execução na cadeira elétrica. E como Calgrove não quer libertar Seed, prefere nem mesmo tentar o terceiro choque, declarando-o morto e mandando sepultá-lo vivo. É claro que, mesmo cego, o vilão conseguirá fugir da sepultura, vingar-se dos responsáveis pela sua “quase morte” e continuar sua carreira de crimes, matando mais 80 pessoas até finalmente sair no encalço do detetive Bishop, o responsável pela sua prisão.
    Não dá para acreditar que um roteiro tão cretino seja levado a sério, mas é exatamente o que Boll faz, para espanto geral da nação. Primeiro que a tal lei da liberdade após três choques, além de absurda (que ser humano sobreviveria a um único choque da cadeira elétrica?), jamais existiu: é apenas uma lenda urbana que o diretor-roteirista utilizou como fato real, sabe-se lá se na inocência ou na maldade. E o roteiro nem consegue ser criativo, já que evoca, o tempo inteiro, outros filmes de horror sobre assassinos que sobreviveram à cadeira elétrica, como A CASA DO ESPANTO 3, SHOCKER e SOMBRA DA MORTE, todos bem superiores.
    Sabendo que o fato de o vilão ser sepultado vivo após sobreviver à execução é o catalisador do horror que se segue na trama, é inevitável o espectador perguntar para si mesmo: se o diretor do presídio tinha medo de que Seed fosse libertado por sobreviver aos tais três choques, por que não mandou matá-lo com um tiro na cabeça, por sufocamento ou até com uma injeção de qualquer tipo de veneno ANTES de sepultá-lo? Ou, se era para economizar, uma simples seringa cheia de ar injetada numa artéria já resolveria a parada, com o bônus de eliminar vestígios numa possível exumação do corpo. Entretanto, Boll achou mais lógico que Seed acabasse enterrado vivo, e numa cova rasa, para poder escapar e se vingar! Argh!!!
    Se esse fosse o único furo do roteiro, vá lá - afinal, se tivessem REALMENTE matado Seed ao invés de enterrá-lo vivo, o filme terminaria ali. Mas acompanhe: o assassino “ressuscitado” (e milagrosamente restituído de sua visão, como Michael Myers pós-HALLOWEEN 2) entra com a maior facilidade num presídio de segurança máxima (!) e circula de lá para cá no local com a maior liberdade (!!); além disso, encontra no próprio presídio quase todos os responsáveis pela sua “morte” - o diretor, o carrasco e até o médico que assinou seu atestado de óbito -, pois, acredite ou não, todos eles moram na própria prisão (!!!). E alguém teria a capacidade de me explicar como é que Seed, um psicopata truculento mascarado, mudo e com dois metros de altura, consegue comprar, sabe-se lá com que grana e em que loja, câmeras de vídeo e fitas VHS para filmar suas vítimas morrendo de inanição??? (Respondendo à pergunta que o Gabriel Paixão fez no seu artigo, a “tecnologia” do VHS existia desde 1971, mas o sistema só se tornou popular a partir dos anos 80, e, na época em que se passa o filme, tanto câmeras quanto fitas deviam ser caríssimas!).
    O mais engraçado é que SEED começa SEXTA-FEIRA 13 (com o psicopata matando tudo que se move ao seu redor, como se fosse um predador irracional) e termina JOGOS MORTAIS, convertendo Seed numa espécie de Jigsaw dos pobres, ao mostrá-lo fazendo um jogo de vida ou morte com seu arquiinimigo Bishop - usando a família do sujeito para forçá-lo a tomar uma decisão crucial. Temos, assim, uma conclusão corajosa e inesperada, mas ao mesmo tempo brochante e sem graça. Deve ser destacada a burrice de nosso “herói”, que não matou Seed nas duas vezes em que teve oportunidade (sendo, assim, diretamente responsável pelas mortes que ele praticou neste período), e ainda termina sua carreira com a mais idiota das ações, acreditando que um assassino psicopata, que matou mais de 700 pessoas, realmente deixaria sua família sair livre da armadilha. E detalhe: Bishop foi até o covil de Seed sozinho, sem nem ao menos alertar seus colegas policiais, eliminando qualquer chance de a cavalaria chegar para salvá-lo! Inteligência não é o forte do roteiro, e, pelo visto, nem dos personagens.
    Se resta um consolo, Boll realmente chutou o balde, como prometeu, e tentou fazer de SEED uma atrocidade capaz de chocar o mais sangue-frio dos mortais, incluindo as tais cenas de violência real contra animais e até mortes de crianças. Mas, mesmo com a presença do diretor underground alemão Olaf Ittenbach na direção de segunda unidade (repetindo a parceria de BLOODRAYNE), a tentativa de choque ficou só na tentativa: SEED até é sujo, escuro e violento, mas, como A CASA DOS MIL CORPOS, faz muito barulho por nada. Nem existe qualquer justificativa para as cenas dos animais sendo mortos; se os italianos faziam milagre para justificar tais cenas em seus filmes de canibalismo, Boll aqui simplesmente atira os trechos de violência animal sem qualquer critério ou explicação.
    Já as cenas gore são o feijão-com-arroz de sempre, e o momento mais alardeado do filme - uma vítima amarrada tendo sua cabeça esmagada a marteladas durante cinco minutos - perde a força por causa do efeito bagaceiro em computação gráfica (compare com cena semelhante de IRREVERSÍVEL para ver…), e também pelo fato da tal vítima cair do céu na narrativa (é uma senhora anônima que aparece apenas para morrer). Se fosse um dos personagens centrais da narrativa, como a esposa ou a filha de Bishop, ou o próprio “herói”, quem sabe o espectador até se importasse com o que acontece. Do jeito que está, não passa de um boneco em CGI sendo estraçalhado. E quem se importa?
    Logo, Uwe Boll ainda não tem méritos suficientes para escapar da alcunha de ser um dos piores diretores deste século, pois a (pouca) moral que havia ganhado com BLOODRAYNE esvaiu-se como um castelo de areia com a ruindade explícita deste SEED - ruindade esta que também pode ser verificada na edição medonha, repleta de cenas inúteis esticadas sem necessidade, e na câmera que sacode o tempo inteiro, como se não houvesse nenhum tripé à disposição.
    Agora é esperar por POSTAL, mais uma tentativa do alemão de calar seus detratores, e torcer para que um SEED 2 jamais veja a luz do dia, considerando que já existe um HOUSE OF THE DEAD 2, um BLOODRAYNE 2 e até ALONE IN THE DARK 2 já está em pré-produção!

    Quem ainda nao viu o filme, vale a pena ver para para ter idéia do q estou falando!!!

    Enjoy! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  12. criss Says:
    julho 23rd, 2008 at 2:20

    alguem sabe o nome da banda da musica trilha do filme só sei o nome da musicaPour Me Out.
    pliiiiis *-*

  13. ALBINO MARTINI Says:
    julho 29th, 2008 at 21:54

    Para quem gosta do gênero, é sangue e pauleira a toda hora. Para quem gosta de finais felizes, não assista.

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