Linha 309N Vila Nova York agora é Jd Imperador

Depois de vários pedidos para esticar a linha 309N, fomos atendidos! Não no Teotônio Vilela ou Jd. 9 de Julho como havia sugerido, mas a linha foi ampliada: agora vai até o Jd. Imperador. Ela atende a Vila Nova York, Jd das Rosas e um trecho ali para trás, antes de chegar ao Imperador.

Desde quando foi inaugurada, acho que em 1979, a linha fazia ponto final na Vila Nova York, na zona leste da cidade de São Paulo - área 4, vermelha (se errei a data, me corrijam por favor, segui o site da SPTrans :P )

Sei que foi operada pela Viação São Paulo (atual Sambaíba, na área 2, azul escuro, zona norte). Ela era “Vila Nova York - Praça Princesa Isabel”, depois entrava no terminal, “Vila Nova York - Terminal Princesa Isabel”. Por volta de 1998 cortaram ela no Terminal Pq. Dom Pedro II, passando a fazer o mesmo itinerário até lá, só que não indo mais para o Princesa Isabel, Av. Senador Queirós, etc.

Atualmente é operada pela Empresa de Transportes Coletivos Novo Horizonte, ou “NH”. É na prática uma cooper-empresa, uma empresa quase de fachada, pois no fundo, administração e operação é uma coooperativa: a velha cooperativa Nova Aliança, que já operava a 309N e diversas outras linhas. A mudança de nome se deu com o Consórcio Leste 4, com uma licitação recente, que finalmente corrigia licitações anteriores e empresas descredenciadas. No CL4 participa a Himalaia, Novo Horizonte e uma que não opera diretamente, Happy Play, que dizem ser da Transcooper. O bom da cooperativa Nova Aliança / Novo Horizonte é que ela opera com ônibus, não com microônibus (as chamadas “lotações”). A NH tem uma boa relação com a zona onde opera, tanto é que tem várias linhas importantes que vão para o centro, e se bobear mais ônibus do que a empresa estrutural da área 4, Himalaia. A Himalaia opera o lote 4 1XXX, e a Novo Horizonte, o 4 4XXX.

Enfim, sobre a 309N, ela foi esticada para o Jd Imperador, a partir de 4 de abril de 2009.

Passa a fazer ponto final na rua Campo Florido. Segue o itinerário:

IDA (TP/TS) - 309N - JD IMPERADOR - TERMINAL PQ. DOM PEDRO II
R. CAMPO FLORIDO
AV. OURO VERDE DE MINAS
AV. LUIS PIRES DE MINAS
AV. PIRANGUCU
R. CENTRAL DE SANTA HELENA
AV. OURO VERDE DE MINAS
R. ESTADO DO AMAZONAS
AV. BARREIRA GRANDE
R. TUMA MALULY
R. ADONIRO AUGUSTO DE PAULA
R. COSTA DE LAVOS
R. PEDRO RABELO
PCA. CANDIDO MENDES DE ALMEIDA
AV. POR. CICERO CANUTO DE LIMA
Seguindo normal até o TS, no Terminal Pq. Dom Pedro II, no centro da cidade.

VOLTA (TS/TP) - 309N - TERMINAL PQ. DOM PEDRO II - JD IMPERADOR
Normal até a Av. Pastor Cícero Canuto de Lima
PCA. CANDIDO MENDES DE ALMEIDA
R. PEDRO RABELO
R. COSTA DE LAVOS
R. ADONIRO AUGUSTO DE PAULA
R. TUMA MALULY
AV. BARREIRA GRANDE
R. ESTADO DO AMAZONAS
AV. OURO VERDE DE MINAS
AC. RETORNO
AV. LUIS PIRES DE MINAS
R. POR. AGENOR CALDEIRA DINIZ
R. CAMPO FLORIDO

Nota: TP = Terminal Principal, ponto final de onde a linha sai. TS = Terminal Secundário, ponto final onde a linha chega.

O lado ruim é que a linha deveria receber mais ônibus, visto que foi esticada. Isso ainda não aconteceu, pelo visto os usuários deverão cobrar a prefeitura reclamando para a SPTrans e para o Consórcio Leste 4. Aliás recentemente um ônibus da linha foi desativado, e ainda não recebeu substituto: o 44171.

44171, Ciferal Cidade já velhinho, ainda em operação na linha pouco antes de mudar para o Jd Imperador

A linha fica com 12 ônibus, eram 13, quem sabe logo colocam algum no lugar, e mais uns 2 ou 3 devido ela ter sido esticada. (Esqueci do 4072, atualizei aqui com os 12)

Até desativarem o 44 171 (há poucos dias), eis a escala da linha:

4074 VIP II
4075 VIP II
4344 Turquesa
4233 VIP II
4288 VIP I
4287 VIP I
4157 VIP II
4079 VIP I
4303 UrbanusS
4040 Svelto
4058 VIP II
4171 Cidade
4072 VIP I

Resumindo, é ótimo a linha esticada para o Jd Imperador, atende mais gente e acaba sendo mais rentável em finais de semana ou à noite, momentos de calmaria, visto que tem mais ruas e bairros por onde pode pegar gente - ou levar, trazer de volta para casa.

Obs: não gosto das cooperativas no transporte, mas fazer o que… E a NH não é totalmente santa, apesar de operar relativamente bem a maioria das linhas perto das antecessoras, ela tem linhas que não gosta e opera ruim, outra coisa feia nela é que só tem veículos de motor dianteiro, verdadeiros “caminhõnibus” que não são adequados por várias questões. Mas várias empresas também adoram eles por serem mais baratos, nessas horas danem-se os motoristas que ficam surdos e com as canelas sem pêlos (devido o calor absurdo em alguns mais velhos), e os passageiros, já que os traseiros são bem mais confortáveis.

Linux é uma merda. Windows? Também.

Linux é uma merda. Um lixo. Windows também.

Baixei o Epidemic 3.0 todo feliz, gravei em DVD e fui testar. Numa VM do VirtualBox ele não quis funcionar, a tela ficava preta.

Reiniciei o PC e dei boot normal: legal o visual, a inclusão do driver da NVIDIA também funcionou legal. Meu monitor de 22 também teve sua resolução correta detectada. Ótimo, vamos navegar! Iceweasel com aquelas letrinhas horrorosas? Credo. Odeio Debian e seu movimento anti-Firefoxita. Tá, não tem outro vai o Iceweasel mesmo. Mas nada de conectar a rede!

Estava num ADSL com o modem configurado como roteador. DHCP basicão, nada. Para alterar as propriedades da conexão era necessário a senha de root. Não deu pra usar o sudo porque o usuário do liveCD não estava na lista do sudo. Beleza, desisti, reiniciei e voltei pro Windows pois tenho coisas a fazer - mais tarde mexo melhor no Epidemic.

Se fosse um usuário normal, comum:

o Linux é uma merda
o Linux é difícil pra trocar a senha
o Linux não conecta na Internet automaticamente
o Linux não funciona
etc

Que raios de sistema é esse?

Não é culpa do Epidemic, nem deve ser dos desenvolvedores dele. Há toda uma coisa “má” que faz com que os programas de computador não funcionem corretamente. Linux é uma merda? Não necessariamente. DHCP é uma merda. Computadores são uma merda. As pessoas são uma merda!

No Windows mesmo, tem horas que sofro pra conectar. Aliás está em DHCP (como roteador PPPoE) porque a conexão “ADSL com autenticação” sempre me encheu o saco, frequentemente ao reiniciar o modem (ou do nada mesmo, num belo dia ligo o PC e…) não conecta, não conecta e não conecta! Conectando através de miniporta… E nada. Odeio essa tela. Já fiquei mais de 1 hora sem internet porque o fdp do Windows não conectava, mas a tela de configuração do modem sim.

Começo a achar que é meu modem DSL 500B que está indo pro saco, e não completa legal a conexão com o PC. Acontece até no notinho (no meu netbookinho). Usar o roteador wireless pra conectar na porta com fio é bobeira, eu usaria uma tomada a mais e consumiria mais energia #horadoplaneta …

Um dia ainda quebro esse modem. Tem Linux que conecta direto, tem Linux que não conecta. Tem Windows que conecta, e em outros momentos o mesmo Windows não conecta, é necessário reiniciar trocentas vezes o PC, desligar e ligar o modem e tal.

E o que me dá raiva: é o tradicional “conecta mas não navega”, quase sempre a tela de configuração do modem pode ser acessada (10.1.1.1). Aff… Um dia ainda vou largar os computadores. Nem que seja em protesto pelas tantas dores de cabeça.

Ah, não me critique pelo título sensacionalista. Em outras palavras até o Morimoto falou mal do estado atual do Linux. A saber, gosto e uso Linux, especialmente em servidores.

Update: precisei fazer uma coisa no Puppy e deu a mesma coisa: conecta, mas não navega. Linux é uma merda. Meu roteador é uma merda.

O que é codename?

O que é um codename?

Um nome de código ou codename é um nome temporário, quase sempre atribuído a projetos em desenvolvimento. Ele é usado por alguns motivos internos da turma de desenvolvimento, os dois principais são:

1 - Não se sabe o nome do produto final. Às vezes tem-se uma idéia, ou vontades e nomes em vista, mas nada certo. Para o projeto poder ser executado, terá que ser referenciado pela equipe, então atribuem um apelido ao mesmo - um codename. Enquanto o projeto não estiver pronto, usam o nome temporário. Por exemplo, o do Windows XP foi Whistler, o do Vista foi Longhorn, e o do Windows 7, Vienna.

2 - Questão de propriedade de marcas. O registro de marca pode demorar um pouco, ainda mais quando precisa ser feito em muitos países. Se uma grande empresa X começar a desenvolver um grande sistema operacional Y com seu nome final, poucos dias depois de vazada a informação já existiriam trocentos sites combinando XY, YX, YDOWNLOAD, etc. Além de empresas ou pessoas mesmo que poderiam registrar as marcas e suas variantes principais nos seus países, prejudicando imensamente o lançamento final do produto. No caso do Windows, por exemplo, a MS não se importava lá tanto de ter muitos sites usando o nome “Whistler”, visto que o produto final se chamaria “Windows XP”.

Um projeto não precisa necessariamente ter um codename, mas geralmente tem. E não precisa ser software. Pode ser site, ou mesmo algo além da Internet, como uma campanha. Antes de se produzir faixas e materiais de divulgação, pode-se atribuir um nome temporário, e depois mudar para o final que será apresentado.

E um projeto não precisa ser comercial para usar nomes de códigos. Aplicando a primeira opção (falta do nome final) muitos softwares livres usam codenames também. E mesmo que se tenha o nome final, os codenames indicam as versões grandes, como no caso do Ubuntu (Hardy Heron, Intrepid Ibex, Jaunty Jackalope, etc).

Geralmente para o codename é escolhido algo nada a ver com o nome final, tenha esse algo alguma ligação indireta ou não. Eu uso linhas de ônibus para codenames para sites, cada um tem suas preferências, tudo depende do momento e da equipe de desenvolvimento. Valem coisas aleatórias. Valem elementos de sonhos que o produtor teve (desde o nome de uma boate até as cidades pelas quais passou). Valem nomes sorteados pelos fãs do objeto em questão. Vale tudo. Menos o nome final.

Sobre meus sites e projetos na web

Vou falar um pouco dos meus projetos e sites atuais, além da minha atuação como “blogueiro” e “saitista”… Na forma de perguntas e respostas, algo como uma entrevista.

O que aconteceu com o Explorando? Ele anda tendo menos atualizações… O site será descontinuado?

Não! Mantenho o site desde setembro de 2005 e não pretendo parar nunca. Talvez seja pouco tempo de 2005 a 2009, mas gosto de destacar isso pois a blogosfera começou a se popularizar por aí, um pouco depois, e ficou algo “vulgar”: para muitos um blog é qualquer coisa pessoal, que a pessoa faz e pode abandonar rapidamente; de fato, muitos blogs não duram nem três meses. A saber, esse blog, marcoselias.com.br, é mais pessoal, o Explorando não. Blogar blogo desde 2003, mas meus primeiros blogs eram pessoais e um dia resolvi tirar do ar. Em vez de analisar post a post, optei por remover o blog todo, tinham inúmeras referências a amigos e coisas do meu dia-a-dia - que não interessam a um público maior, na época interessava aos amigos, hoje talvez até ainda fosse interessasse aos amigos, mas não há necessidade de ficar exposto ao mundo. Tanto que meu site antigo, não pessoal, continua no ar, em www.mephost.com/br, e tenho algumas páginas perdidas no Vila Bol e Tripod.

As poucas atualizações do Explorando são devido muitas coisas, dentre as quais, várias. Algumas delas:

- Falta de tempo para escrever artigos maiores como eles mereceriam. Mas nem por isso deixei de falar do IE8, Windows 7, etc. Nem no GdH ando escrevendo tutoriais.

- Não pretendo escrever muitos posts sobre coisas que todo mundo escreve ou fala. Recursos do IE8 em detalhes? Vários sites e blogs já falaram disso, não me interessa tanto “repetir” a coisa sem acrescentar algo de novo, ou sem expor minha visão de forma que seja útil para várias pessoas. Prefiro me dedicar a projetos que me rendam algo hoje.

- As frequentes quedas do servidor desanimaram um pouco, mas lutei - e luto - para não deixar o site cair. Os novos posts são feitos manualmente, sem usar banco de dados. No máximo uso includes em PHP para o template. Uns poucos minutos a mais são exigidos por post. Isso ajuda também a dar uma filtrada: antes de um post ir ao ar há uma análise mais firme, há uma exigência minha mais forte: vai ao ar ou não vai? Num blog bastaria escrever e clicar no botão de publicar. Dessa forma tenho que escrever, transformar os acentos em HTML (o Mep Texto ajuda demais nisso), salvar, carregar por FTP, atualizar o menu, atualizar o feed, pingar o FeedBurner. Dá para pensar melhor e até revisar melhor os textos.

No Explorando posto dicas de informática, artigos, tutoriais, dicas de programas e sites úteis, e eventuais artigos de opinião ou críticas - sempre relacionados a tecnlogia, geralmente sobre info.

Além do Explorando, que outros sites você mantém?

Vários, mas de destaque apenas o Sou Balada, site de música eletrônica. Os outros pequenos estão no ar de forma “jogada”, sem muita atualização, mas não acho que valha a pena remover.

Alguns sites estão ou serão reformulados. Mantenho também alguns sites em parcerias com amigos/sócios (com a administração funcionando como um consórcio, só que um “consórcio de pessoas”). Um deles é o Diz Aê, cujo “consórcio” foi firmado na semana passada e deve receber conteúdo novo e atualizado nos próximos dias.

Tenho diversos outros projetos em andamento (que me tomam tempo, alguns não trazem retorno hoje mas poderão trazer no futuro). Depois de colocar no ar e cancelar vários sites ou projetos “start-ups”, prefiro não divulgar alguns que estão em fase inicial ainda. Normalmente meus projetos para web são de conteúdo, não de serviços. Escrever é a chave. Sempre gostei de escrever, com a web atinjo um público que de outra forma seria impossível.

Você vive dizendo que não tem tempo, o que você faz?

Além de viver como qualquer pessoa e tirar fotos de ônibus rsrs, boa parte do meu dia é trabalho com o computador - mais do que um profissional com jornada diária de 8 horas. Blogar não é moleza. Além do Explorando, que me toma algumas horas por semana, o Sou Balada me toma horas diárias de atenção, seja publicando conteúdo ou respondendo e-mails dos DJs. Um site ativo não é um site jogado, exige pessoal, tempo. Uma outra parte do meu dia vai para projetos do consórcio de pessoas que falei. São atualmente dois “consórcios” diferentes - com pessoas diferentes - do qual faço parte. Não vou divulgar os sites ou projetos envolvidos.

Trabalho também como editor de notícias do site Guia do Hardware.NET, o que para mim é um orgulho fazer parte da equipe e ter contato frequente com o Morimoto e o pessoal do site (Morimoto esse que dispensa explicações, é um cara que levou o Linux pra frente de verdade no Brasil com o Kurumin). É mais gratificante até do que aparecer na mídia “convencional”, por ser algo com o qual lido diariamente, e por “gostar”. Já escrevia sobre informática para meus sites, melhor ainda escrever para o GdH - sem parar de escrever para os meus sites.

Ainda me falta tempo para academia, e algo mais esportivo. Não reclamo muito, porque geralmente quando quero posso sair, não tenho chefe no pé, posso voltar às 3 ou 4 ou 6 horas da manhã que não devo satisfações à ninguém.

Uma pergunta pessoal, falando em voltar às 4 ou 6 horas da manhã… Você é baladeiro de plantão?

Apesar de administrar o site “Sou Balada”, não, eu não sou baladeiro. Muita gente pensa isso, rs. Curto muito música eletrônica e baladas SIM, mas não vou semanalmente nem bato cartão, vou quando dá vontade, curto um ou outro evento, etc. Agora ouvir música eletrônica, isso sim, direto: no PC, no celular, onde estiver.

Como você organiza seu tempo para gerenciar isso tudo?

Na verdade não organizo: meu tempo é uma zona. Com frequencia atraso coisas a fazer. (me dói na alma escrever “frequencia” sem o trema, mas fazer o qüe, num país onde ignorantes comandam…). Para começar, assim como meu pai, durmo quando tenho sono e acordo quando ele vai embora. E não adianta tentar mudar isso, não dará certo. Pode até dar por uns dias, mas depois… Se forçar, a produtividade e auto estima vai lá embaixo. Não acho que as pessoas devam seguir regras impostas pelas próprias pessoas (como acordar e dormir em horários fixos), uma vez que a falta de aplicar tais regras não me prejudica. Quanto aos horários, faço muita coisa ao mesmo tempo, atualizo um site, escrevo matéria para outro, edito algum banner ou template, etc. No geral dá para viver assim.

Com tantos sites ou endereços, onde as pessoas podem acompanhar suas atividades?

Orkut não, não tenho tido como dar atenção a todo mundo, parei de usar para contato com o público - uso apenas para moderar minhas comunidades, e um ou outro contato. MSN menos ainda. Basicamente podem ver meus sites “principais” na home:

www.viamep.com

Ou aqui também, marcoselias.com.br. E tem o Twitter, que eu não curtia, mas uma amiga pessoal me apresentou e acabei fazendo: twitter.com/uebe (leia-se “web” ou uéb).

Enfim, taveu deitado, já tinha encerrado o “expediente”, e fiquei pensando em coisas a postar. Quando deito fico imaginando artigos e posts, que gostaria de escrever na hora. Já deitado não seria tão legal ligar o netbook, e quando saio em SP nunca carrego ele, por falta de lugar aberto legal - e principalmente seguro - para usar. Levantei e saiu esse post :)

Blue Lemon Host: segunda vez fora do ar

Outra vez ficou um dia inteiro, foi problema de DNS, comunicaram depois. Hoje tá estranha: fora do ar! Down.

É foda perder de R$ 40 a R$ 60 por dia com um hotsite que estava lá…

Tomara que volte logo. Tirando essas duas vezes (já vi hosts maiores caírem mais!) o serviço é bom e raramente dá problemas. A Blue Lemon é uma empresa de hospedagem barata.

A revenda deles é baratinha também: planos a partir de $9,99 mensais (sem taxa de setup nem frescuras!). 50 GB de espaço e 5 mil GB de transferência mensal. Os servidores da revenda são outros, pois as revendas estão on e os sites na hospedagem compartilhada deles, nesse momento, down.

A quem interessar:

www.bluelemonhost.com

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